segunda-feira, 30 de junho de 2014

Clichê, o novo diferente?





    Em uma noite quase pacata, um típico grupo de amigos se reunia nos primeiros degraus de uma escadaria. Jogavam conversa fora e trocavam risadas. Eram três garotas e quatro garotos, contando comigo. Uma das garotas acabou por revelar que estava prestes a virar vegetariana. E quando questionaram o porquê, apenas disse que gostaria de passar por varais experiências antes de morrer. Queria completar suas metas.
      Em casa refletindo sobre aquela pequena parte de uma grande conversa, cheguei a conclusão que de fato também tenho algumas metas. Todos temos, ou no minimo deveríamos ter. Eu sonho com um dia finalizar um livro em uma tarde ensolarada, sob a sombra de uma grande árvore em um parque. Quero ter uma estante enorme repleta de livros. Desejo caminhar por um quarteirão onde não tenha muros, as casas são enfeitadas com pequenas cercas brancas de madeira e cada uma possui um grande jardim verde, aquelas casas saídas de um filme americano. 
     Sou daqueles bem clichê mesmo, que vai tentar receber ou dar um beijo durante uma noite chuvosa,  deixar o gurda-chuva cair enquanto corre para encontrar com alguém. Mas em uma sociedade onde as pessoas estão se conformando com as mais comuns das situações, um mundo as metas estão se limitando apenas um emprego fixo, uma residencia e uma família, não é errado, longe disso. apenas está simples de mais é o que todos queremos e pronto, talvez porque eu vejo as coisas diferentes eu quero os clichês quero completar as mais simples da minhas metas, me arriscar em um emprego imprevisível . Talvez querer tanto algo ´´ clichê´´ me torne diferente. 

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